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se Yeda Crusius fosse Olívio Dutra? |
ROUBALHEIRA NO RIO GRANDE DO SUL É
DOS TUCANOS
Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 1146
Em nenhuma democracia séria do mundo,
jornais conservadores, de baixa qualidade técnica
e até sensacionalistas, e uma única
rede de televisão têm a importância
que têm no Brasil. Eles se transformaram
num partido político – o PiG, Partido
da Imprensa Golpista.
O Conversa Afiada já demonstrou que
a conta da corrupção dos tucanos
começa a chegar. (clique
aqui para ler).
O Ministério Público Federal,
no Rio Grande do Sul, pediu indiciamento dos
acusados de fraudar o sistema de concessão
de carteira de habilitação no
Rio Grande do Sul. (clique
aqui para ler na Folha (*)
. A pequena nota da Folha ignora dois fatos
importantes: o esquema estava indissoluvelmente
ligado à caixa do PSDB no Rio Grande
do Sul.
. Era uma ligação tão íntima
quanto a de Ricardo Sérgio de Oliveira
com as campanhas de Fernando Henrique Cardoso
e José Serra.
. A segunda circunstância que a Folha
ignora é que há uma acusação
grave de que a Governadora Yeda Crusius não
tomou as providências que deveria tomar,
quando soube que herdara de Germano Rigotto
aquela “usina de roubalheira”.
. Se o escândalo tivesse estourado no
colo do Governador Olívio Dutra, a fúria
do PiG e da Folha teria tido de intensidade
diferente.
(*) Instigado pelo Azenha – clique
aqui para ir ao Viomundo – acabei
de ler o excelente livro “Cães
de Guarda – jornalistas e censores do
AI-5 à Constituição de
1989”, de Beatriz Kushnir, Boitempo Editorial,
que trata das relações especiais
da Folha (e a Folha da Tarde) com a repressão
dos anos militares. Octavio Frias Filho, publisher
da Folha (da Tarde), não quis dar entrevista
a Kushnir.
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