Economist: Lula, “O Cara”, tem agora
que entrar em “bola divida”
14/agosto/2009 9:52
A edição desta semana da revista britânica Economist traz editorial e chamada de capa com Lula. A revista questiona a posição que Lula e o governo brasileiro deverão em questões polêmicas de âmbito global.
A Economist parte da constatação de que o Brasil ganhou importância na comunidade internacional. Não há fórum global relevante sem que o país tenha assento, sustenta. Para a revista Lula, que tem o talento da conciliação e de fazer amizades por onde vai, terá agora que ser mais seletivo. Não dá para ser amigo de todos os países: democráticos e não democráticos, adverte a publicação:
Latin America’s new alliances
Whose side is Brazil on?
Aug 13th 2009
From The Economist print edition
Time for Lula to stand up for democracy rather than embrace autocrats
THIS is a grand time to be a Brazilian, and especially to be Luiz Inácio Lula da Silva, the country’s inspirational president. Long the chronically underperforming giant of Latin America, Brazil is now on every list of the half-dozen or so new places that matter in the 21st century. It seems that no international gathering, be it to discuss financial reform or climate change, is complete without Lula, a former metal worker and trade-union leader whose bonhomie and instinct for conciliation between political opposites make him friends everywhere. “He’s my man,” gushed Barack Obama at the G20 summit in London; Fidel Castro calls him “our brother Lula”.
Leia o texto integral no site da Economist
118 Comentários para “Economist: Lula, “O Cara”, tem agora
que entrar em “bola divida””
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Na verdade, o que penso a respeito dessa matéria capa da Economist, esta revista inglesa lida no mundo todo é que o Lula esta no poder a sete anos (quase) e até agora conseguiu enrolar todo mundo e não mostrou sua verdadeira face. Não mostrou para o que veio! Subiu em cima do muro, como fazem os tucanos e de lá ninguém o tirou até agora, e nem conseguirá tira-lo até o final de seu mandato. Esse homem que foi eleito com uma proposta de moralidade política e ética, pelo menos no seu primeiro mandato, traiu o povo brasileiro e principalmente os seus eleitores, e infelizmente eu fui um deles.
Nada mudou com a entrada dele no poder! Houve continuidade de govêrno e toda aquela lenga lenga que ele dizia que iria realizar, como por exemplo, redistribuir a renda nacional, não saiu do papel. Na verdade ele conseguiu ainda o pior, que foi conscentrar ainda mais a renda nacional. E tem mais, ele não manda nada no govêrno, apenas segue ordens, os que mandam não aparecem. São os grandes empresários brasileiros e os das multinacionais, estes últimos mandam em todo mundo inclusive e prioritáriamente nos EUA.
Presidente Lula, suas preocupações devem se voltar para as ” tendências, ou certezas” ,da politica externa do Sr. Obama para a America -Latina. O que esta ocorrendo em HOnduras deixa claro que os americanos conseguiram eleger outro ” fantoche”. Quanto a revestinha inglêsa, deixe-a para os Inglêses….
Prezado PHA,
Fiquei cá com meus botões a imaginar como seriam as reações de FHC, Miriam Porcão e Zé Pedágio a tal infame capa de The Economist. Concluí:
http://tatodemacedo.blogspot.com/2009/08/economist-de-que-lado-o-brasil-esta.html
PS.: Sei, não é muito nobre indicar o próprio blog mas, neste caso, não há outra forma. Perdoem-me os incautos que assim pensarem. E se assim pensarem, lamento.
abraços
PHA e amigos navegantes:
Ver-se-á na Na Foia da Chuiça de amanhã:
Martamática simples
Trem Vermelho
Dilma Roussef 16%
Ciro Gomes 15%
Heloísa Helena 12%
Marina Silva 3%
______________
Esquerdas = 46%
Trem Azul
José Serrágio 37%
______________
Direitona = 37%
Considerando o universo de indecisos + não opinaram, a probabilidade de não se ter 2º turno em 2010, menos que uma esperança, é uma constatação.
O Economist pode ser o que for. Mas que o FHC deve estar querendo cortar a jugular, ah isso deve. Lula na capa e no editorial! Vixe, o amigo do Luiz Gonzaga deve estar se remoendo no Palácio dos Bandeirantes.
Dá uma olhada!
A ALCA é um ingrediente essencial do projeto hegemonista dos EUA. Negociada às pressas e em criminoso sigilo, visa ampliar o domínio econômico, político, social e cultural dos EUA no sofrido continente Latino-americano. Se vingar, representará um golpe fatal na soberania das nações, um violento ataque à democracia e um retrocesso sem precedentes nos direitos dos trabalhadores. Em síntese, a ALCA representa um novo tipo de colonização, escrachado e cruel, a serviço da ditadura CAPITALISTA.
MUDANÇA JÁ!
Um número crescente de brasileiros se mobiliza, de modo voluntário, para mudar o cenário da política. Um dos frutos mais promissores dessa reação popular é a campanha Ficha Limpa, que pretende levar para votação no Congresso o projeto de lei de iniciativa popular sobre a vida pregressa dos candidatos.
O projeto, entre outras mudanças, proíbe que seja registrada a candidatura de pessoas condenadas em primeira instância por crimes como racismo, homicídio, estupro, tráfico de drogas e desvio de verbas públicas, por compra de votos ou uso eleitoral da máquina administrativa; assim como de parlamentares que tenham renunciado ao mandato para fugir de cassações ou que respondem a denúncias recebidas pelos tribunais superiores do Poder Judiciário.
Nas grandes cidades as populações sofrem os reflexos de uma sociedade estruturada sobre um modelo econômico excludente e concentrador da renda. Para falar de PAZ, do ponto de vista social, percebemos que é preciso também falar de violência. No Brasil, mais da metade da renda nacional (51%) está concentrada nas mãos de 1% da população. Isso sim é uma violência! Onde esta o Lula que nada faz para mudar esse cenário tétrico e desumano, não basta distribuir Bolsas-Migalhas, o ideal é criar empregos com salários dignos e fazer uma distribuição de renda justa.
Ha! Esse pessoal do Economist não conhece mesmo o “jeitinho” e a malandragem brasileira… Até quando puder, Lula vai manter essa postura de “super-sangue-bom”, amigo de todo mundo. Jogo de cintura e carisma ele tem!
Resta saber se o sucessor — na realidade, a sucessora, porque nós já sabemos quem será — terá o mesmo jogo de cintura.
Adorei os filmes do PT que entraram ontem no ar em S Paulo: Filmes verdadeiros, mostrando o dinheirp do Governo Federal em S Paulo. Serra está inaugurando até maquete e para dizer que é competente omite o esforço , a isenção e o dinheiro do Governo Lula injetou em S Paulo !
…é o Governo Lula trabalhando para melhorar a vida de todos os paulistas !!!”
Toma Serra!!
Até onde sei a The Economist é a bíblia do capitalismo, logo ela vai pegar no pé de quem desviar um pouquinho à esquerda. No ítem economia não tem do que reclamar do governo Lula, porém na diplomacia, o não alinhamento cego com EUA e seus satélites incomoda.
Na minha opinião (se é que ela interessa a alguém), é que esses gringos palpiteiros, nojentos, mercenários, imperialistas, vão à p… que os p….
Brasil, a Nação do Século XXI.
Lula, o “Homem” do mundo. O “Cara” do planeta.
Dilma, 2010, para presidente.
Ciro/Haddad, 2010, para SP.
serra, daniel dantas, fhc, yeda no xilindró e o dinheiro de volta
para os cofres públicos.
Pô PHA, PIG só vale o daqui? Faço o favor…
E a Economist deve ter uma lista na gaveta de quais são os democraticos, e quais não são, não é? E ai do Lula ou do Brasil que não siga a lista deles…
Pois sim…
Entre os reconhecidos acertos e erros deste governo a política internacional da de uma lavada contra quem quer que se compare em nossa história.
Oh Economist! Deixa o homem trabalhar!
Tem uns brasileiros com complexo de inferioridade,que anseiam tanto por uma cadeira na ONU,um lugar no BID e etc.
Tudo lixo!Pra falar so de um,a ONU é uma grande fraude,um orgao criado pra servir aos interesses dos EUA,que nao decide m* nenhuma!
Nao é acatada uma unica decisao desse orgao inutil,se nao for com o aval dos EUA;ou seja,nao vale nada!!!
Quem diria, né? Quando nosso presidente tomou posse, “a coronelada” t ava apostando, de 10 para 1, que ele não guentaria 6 meses.
Para os “cabecinhas de bagres”, o própio histórico do Lula já o anulava. Nordestino que chegou em SP num pau-de-arara, analfabeto, alvo de chacotas e piadas por todo o Brasil( pela elite falida), pinguço, etc etc.
O tempo foi passando, e hj vemos aí, “o cara”, o analfa conquistando o mundo e sobretudo sendo querido e respeitado. Um líder de primeira grandeza, segundo Obama.
Só peço as viuvas do FHC, por ex, que coloquem num papel, uma por uma, as realizações do Farol e do LULA. Dos indíces de aprovação a todos os segmentos a lavada, o chocolate, é algo quase que inacreditável, tais foram as covardias e bombardeios enfrentados por Lula nestes 7 anos de governo.
Interromper esses anos dourados e ter essa cambada novamente no poder é algo que me tira até o sono, só de pensar.
Se eles ganharem(toc toc toc), vão( sabendo que só terão 4 anos) botar prá torar. Irão entregar o Brasil em 2014 bem pior do que o Farol da Alexandria entregou ao Lula em 2003.
A economist diz que Lula agora tem que ser seletivo e põe como antípodas a serem escolhidos Obama e Fidel. Cita que este disse “nuestro hermano Lula”. Mal sabem os gringos que do México à Patagônia os povos chamam uns aos outros de hermanos. E Lula ser o cara de Obama não é mais que um misto de inveja com oportunismo circustancial. Chaves não se cansa de chamar os colombianos de hermanos, mas alguém acha que o yanques pensam o mesmo da colômbia?
Esses jornalistas gringos não só não tem moral para qualificar as ações de lula, como não tem competência argumentativa.
Obrigado “The Economist,”mas não precisamos de sua ajuda para ecolher nossos amigos e qual deles são democráticos ou não,já não somos colônia há um bom tempo!!!E só para que não se esqueça Dilma 2010!!!
AMORIM!!!
Engraçado que se for amigo de uma economia rica e comunista, aí póde ?!?
Assunte bem a China.
Continuando com os “ADORADORES DA DEMOCRACIA”
Os americanos e os britânicos que ADORAM mesmo uma “DEMOCRACIA” apoiam:
1- Hosni Mubarak
“Presidente do seu país desde 14 de outubro de 1981.É considerado como um dos mais poderosos chefes de estado do Oriente Médio. Tem amplo controle sobre o Egito, sendo globalmente considerado como um ditador” (fonte Wikipédia).
2- Monarquia Absolutista da Arábia Saldita
“A Arábia Saudita é uma monarquia absoluta, de forma que o rei não é apenas o chefe do estado mas também do governo. A lei básica adotada em 1992 declarou que Arábia Saudita é uma monarquia governada pelos filhos e pelos netos do rei Abd Al Aziz Al Saud.
O país tem mostrado um profundo desprezo pelos direitos humanos. Porém, devido à pressões internacionais vem diminuindo o rigor do seu regime absolutista. Apesar de seu regime absolutista a Arábia Saudita é o principal aliado muçulmano dos EUA na região.
Legislativo: não há.
Partidos políticos: não há.
Constituição em vigor: não há — o rei governa de acordo com a Sharia, a lei sagrada do islamismo” (fonte Wikipédia).
Então temos uma política de dois pesos e duas medidas em relação aos países que adotam a Sharia como sua base legal, como o Irã, onde existem eleições que podem até serem questionadas, mas são uma realidade.
A classe operária é a classe fecunda e criadora; a classe operária é que produz toda a riqueza material existente no Brasil. E enquanto o poder não estiver em suas mãos, enquanto a classe operária permitir que o poder esteja em mãos de corruptos e ladrões que a exploram, em mãos dos especuladores em mãos dos latifundiários, em mãos dos monopólios, em mãos dos interesses estrangeiros ou nacionais, enquanto as armas estiverem a serviço desses interesses e não em suas próprias mãos, a classe operária estará obrigada a uma existência miserável por maiores que sejam as migalhas que são lançadas da mesa do banquete da burguesia. Fidel Castro
O que sabem os britânicos sobre democracia foi ditado pela rainha.
Gostei do comentário da Vera Lúcia de Oliveira: PIG internacional! Vamos simplificar para PIGONAL, ou PIGINT, ou PIGI, sei lá . . .
O que muitos não entendem é que eles não ditam mais o modelo de diplomacia que deve ser seguido. O Brasil criou seu próprio modelo e o mundo reconhece e respeita, chega de ficar navegando apenas pelas águas já navegadas, vamos ser vanguarda, coragem e firmeza, mas sem a rigidez reacionária e conservadora que perpetuou modelos de relacionamento entre os países. Felizmente o jeito brasileiro (do bem) ainda há de se firmar como um novo modelo para o futuro.
É muita intromissão nos assuntos do Brasil; é o velho complexo de superioridade e de colonizador.
Felizmente temos um Presidente que não se dobra à essas manobras.
Os americanos e os britânicos ADORAM mesmo uma DEMOCRACIA, e só recordar dos “DEMOCRATAS”, que foram apoiados por ambos:
SURATO, INDONÉSIA
MARCOS, FILIPINAS
PAHLAVI, IRÃ
SADDAM,IRAQUE, descartado como papel higiênico.
FRANCO, ESPANHA
SALAZAR, PORTUGAL
SOMOZA, NICARÁGUA
NORIEGA, PANAMÁ, descartado também.
TRUJJILO, REP. DOMINICANA
DUVALIER, HAITI
PINOCHET, CHILE
BANZER, BOLÍVIA
STROESSNER, PARAGUAI
VIOLA, VIDELA E GALTIERE, ARGENTINA
CASTELLO, SILVA, MÉDICI , GEISEL e FIGUIREDO, BRASIL
E MUITO MAIS
COMO ADORAM UM DITADOR, ISSO SIM.
Sim senhora, dona Economist.
Agora nos resta esperar a próxima edição, em que ela deverá dizer de quem devemos ser amigos e com quem devemos ficar de mal.
Os americanos e os britânicos ADORAM mesmo uma DEMOCRACIA, e só recordar os “DEMOCRATAS”, que foram apoiados por ambos:
SURATO, INDONÉSIA
MARCOS, FILIPINAS
PAHLAVI, IRÃ
SADDAM,IRAQUE, descartado como papel higiênico.
FRANCO, ESPANHA
SALAZAR, PORTUGAL
SOMOZA, NICARÁGUA
NORIEGA, PANAMÁ, descartado também.
TRUJJILO, REP. DOMINICANA
DUVALIER, HAITI
PINOCHET, CHILE
BANZER, BOLÍVIA
STROESSNER, PARAGUAI
VIOLA, VIDELA E GALTIERE, ARGENTINA
CASTELLO, SILVA, MÉDICI , GEISEL e FIGUIREDO, BRASIL
E MUITO MAIS
COMO ADORAM UM DITADOR, ISSO SIM.
Tem uma, várias vantagens imediatas esse subito crescimento da influencia do brasil. Ate duas coisas como futebol e samba (musica) mas sao parte de um iniciante soft power, no lugar de serem folklore, né mesmo? E nao se confronta com ninguem mas todos pódem adiar seus confrontos se o Lula pedir…
Outra é que a merkel ou a Hillary, por exemplo podem dizer ao Amorim:
escuta, ” diga ao Lula que precisamos de uma
palavra do Raul Castro, do fulano, sobre isso ou aquilo, mas nao deve partir de mim.” aqui e ali para conquistar a boa vontade deste ou daquele. Livre transito em todas as areas o sapo barbudo ja conquistou, e em parte, o proprio país tambem.
KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKA
Olá, PHA!
QUEM É AMIGO DO MEU INIMIGO MEU INIMIGO É
Nisto resume o pensamento colocado nas entrelinhas do texto da revistona.
Só falta mesmo eles selecionarem os países dos quais o Brasil ‘pode” ser amigo, como meus pais faziam comigo nos meus tempos do 1º Grau escolar: “meu filho, não quero que você seja amigo do filho do Zé das Quantas. Eles são perigosos!!!”
“Cuidado com uma tal de Venezuela! Se afaste dela, Brasil!”. Isso é o que os europeus e americanos, querem dizer para o Lula.
E: “Não chegue perto do Irã. Ele não é um país democrático… pelo menos no meu conceito de democracia”.
Não acho que ninguém tenha o direito de dizer de quem devemos ser ou não amigos.
Para mim isso é mais advertência do que um elogio.
Abraços,
Orlando – Santa Maria do Pará
Jim Jones é muito bom, troféu para o cidadão que escreveu o comentário, o melhor do mês, minha barriga tá doendo até agora, não tô nem conseguindo escrever…Saudações campeão !
Faculdade de Jornalismo PIG.
Grade Curricular.
1-Sem.
Neoliberalismo.
2-Sem.
Criacionismo, invecionismo e evolucionismo de factóides.
3-Sem.
Como transformar mentira em verdade. Método Ítalo-germânico.
4-Sem
Como achar defeitos num governo socialista.
Veio aqui um tal de Jim Jones dizer-nos de quem podemos ser amigos ou não. Vão ser arrogantes assim lá nos EUA. Não perdoo o Collor por ter tapado o buraco da bomba. Se a tivessemos hoje esses pulhas fantasiados de democratas não estariam arrogando-se o direito de criar frotas no hemisfério sul, ocupar a colômbia e mandar recados por meio de generais de meia pataca…
Tá bom, acabou o recreio, agora vamos falar sério!
Estados Unidos e Inglaterra são países democráticos… DESDE QUE, obviamente, você concorde com o que eles chamam de democracia.
Para o norte-americano comum, Obama é de esquerda.
Ou seja, parâmetros diferentes para definir quem é “democrata” e quem não é.
A Arábia Saudita, por exemplo, um país nojento onde um camelo vale mais do que uma mulher, é dona de meio mundo nos EUA.
Pois alguém da mídia de lá teria coragem de falar mal da Arábia Saudita?
Quem vai pendurar o guizo no rabo da onça?
Criticar Lula e seu governo é mais fácil do que roubar doce de criança.
E já que o que realmente importa não dá ibope, então vamos pautar o que menos importa.
Ou seja, “vamo decê o cacete no home!”
Quem ainda lê The Economist.
Trash!
Marina, presidente.
Dilma, qualquer coisa.
Amigo dos golpistas de Honduras… POOOOOOOODDDEEEE…. Amigo do fazedor de plebiscito NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOO POOOOOODDEEEEE…
Lula sempre esteve do lado da democracia. De repente, a democracia do The Economist é seletiva, como ocorre no pig.
Claro que o “The Economist ” dirá quem são os democráticos e os que não são.
PH, eu até acho que o LULA deva entrar em bola divida.
- Mas, para RACHAR o adversário.
Como se diz em nossa amada terrinha:
- Bola dividida? Só de chuteiras com travas de prego 17×27. heheheh!!!
Não dá para ser amigo de todos os países: democráticos e não democráticos, adverte a publicação…….
E eles decidem quais são os paises democraticos e não democraticos.
“Não dá para ser amigo de todos os países: democráticos e não democráticos, adverte a publicação”.
Então, foi por isso que a Margaret Thatcher, heroína da ‘The Economist’, se tornou muito amiga do General Pinochet, este ‘grande humanista e defensor intransigente da democracia e dos direitos humanos’, correto?
E é por isso que os EUA, até antes da invasão do Kuwait pelo Iraque, era o mais próximo aliado do ‘grande democrata’ que era o Saddam Hussein, certo?
E é por isso que boa parte dos funcionários do governo Obama apoiaram o Golpe de Estado em Honduras, não é mesmo?
Está explicado…
Dilma 2010
Hummm! Acho que vou escrever aqui sobre todos os fiascos da seleção brasileira e não vou citar nenhum campeonato mundial. Vai dar um texto bem grande e talvez eu fique famoso, talvez até crie um blo(g) só para mim. Conforme o amigo eduardo guimaraes fez.
Esta revista pensa que, o brasil não é osEUA, não deve ser seletivo é por isso que LULA é o presidente mais simpático de todo o planeta e em todos os tempos é 100% LULA e brasil.
Isso, reconhecem que nosso pais tupiniquim é grande e vai ser muito maior. Que bom! Mas querem pautar -e cooptar- nossa politica externa e até mudar o nosso modo de olhar o mundo e de de nos dirigir a nossos vizinhos. E até ´se acham´ a ponto de nos cobrar isso!
Faz-me lembrar aula de Historia. Acho que foi em 1962, quando a França sob a presidencia de De Gaulle estava ainda começando a definir sua politica nuclear.
Com receio da INDEPENDENCIA orgulhosa de De Gaulle, o pres. kennedy ofereceu a França, que NO LUGAR de sua propria força nuclear, os Usa la colocariam a França sob sua proteçao atomica e em territorio frances. Mas o
botão vermelho, é obvio, ficaria sob controle de washington… O velho general
de gaulle, esperou dois dias apos a oferta publica de kennedy, e fez um discurso na Place de L´Etoile pra todo o mundo ouvir. Dissee que a frança montaria ela mesma sua propria força nuclear. E la pelas tantas disse,
com todas as letras: ” la politique française, est faite á Paris…”, nao precisa traduzir.
Um de gauller as vezes faz falta.
O The Economist sempre foi o baluarte do falido neoliberalismo
.
O que querem agora? Ensinar o Lula a governar?
.
Que moral tem o The Economist para dizer quem é democrático e não democrático? E muito mais para dizer com quem o Brasil deve se relacionar?
.
VADE RETRO, SATANAS
Nem a ilustração é séria!
Trata – se de montagem sobre uma
antiga foto de Lula, numa pelada, em que ele divide a bola
com um adversário, cuja imagem foi apagada pelos editores
da revista, talvez porque contraria o próprio texto.
Eu tenho uma cópia desse original não seria difícil PHA conseguir – e publicar aqui.
Mas, a pergunta que fica é a seguinte: Lula e todos os que o artigo
cita foram eleitos; quem elegeu os editores de the economist?
Os auto-nomeados próceres do partido nazi-tucano e o PIG (lei antifumo é nazista e a péssima educação pública paulista é culpa dos nordestinos!) devem pensar que o The Economist é petista. Mas concordo com a revista. Não dá pra ser amiguinho de todo mundo, não!
Interessante… disseram aqui que a Venezuela não é uma país democrático. Não é? Chavez não foi eleito democraticamente? Democracia é o que? A Mídia fazendo baderna? Elegendo e derrubando quem ela acha que não comunga seu pensamento?
Mas com a China ninguém se metem! EUA, Inglaterra, Japão, Europa… A China é COMUNISTA e TOTALITARISTA.
Não existe imprensa na China, a internet é controlada e quem ousar falar mal do governo é PRESO! Mas todos querem deitar com a China, negociar com a China… durante o dia vamos bater em cachorro morto! Vamos jogar pedra na Venezuela! Quanta hipocrisia… os Ingleses são mesmos uns hipócritas!
Enquete do navegante Gabriel, já!!!
O lula nao divide bola joga o jogo e para ganhar, finta da direita para esquerda e da esquerda para a direita corre com desenvoltura pelo centro e o joga com maestria.Joga o futebool que o povo gosta joga ala mané. parabens lula.
Tentativa clara de cooptar e coonestar o Brasil, via Lula. Nada mais do que a velha política inglesa… A Índia que o diga… Mas eles são “chiques”, não?
O que a revista quis dizer? Ela quer que o Brasil tenha uma política do “Big Stick”? A atual crise mundial acena para um cenário global multipolar, onde várias nações estão se organizando para conseguir uma maior inserção nas grandes discussões mundiais. O Brasil pode e deve ser incisivo nas questões que lhe convém ( e nas negociações de Doha o Brasil soube se portar de maneira firme), mas não deve importar a agenda, nem carregar o “Big Stick” que eles, os britânicos, não conseguem mais carregar.
Recebi esta frase via web, desconheço o autor:
.
“Não julgue as pessoas pelos seus amigos,
Judas andava com Cristo e mais 11 apóstolos”
.
Será um contra-senso da famosa “Dize-me com quem andas…”
.
Bye Bye Cérra “Forever”, (pq só 2010, vamos inovar, rs rs)
.
Shaballalla
Vejo um paralelo bastante interessante da postura do Jornal The Economist nesse assunto, com a que dentro de nosso País querem fazer com a Marina Silva.
Pimenta no olhos dos outros é refresco.
Vejo um paralelo bastante interessante da postura do Jornal The Economist nesse assunto, com a que dentro de nosso País querem fazer com a Marina Silva.
O site VIOMUNDO tem o concurso sobre TECLA SAP – traduzir o que efetivamente se quer dizer – nessa matéria apliquei a TECLA SAP:
A Economist parte da constatação de que o Brasil ganhou importância na comunidade internacional. Não há fórum global relevante sem que o país tenha assento, sustenta. Para a revista Lula, que tem o talento da conciliação e de fazer amizades por onde vai, terá agora que ser mais seletivo. ESSA É A PARTE QUE CABERIA A TECLA SAP: “Não dá para ser amigo de todos os países: democráticos e não democráticos, adverte a publicação:”
TECLA SAP: “Não dá para ser amigo da Venezuela, Bolívia, Equador, Irã e todos os demais países democráticos e não democráticos, que não sejam amigos dos EUA, Reino Unido e aliados.”
Vejam no site do “novojornal” : Polícia Federal intima Aécio Neves
Encontro de Aécio com diretor-geral da PF foi para marcar local e hora para que ele seja ouvido sobre investigações. Os desdobramentos poderão inviabilizar qualquer pretensão política do governador mineiro, dizem conhecedores das investigações
http://www.novojornal.com/
“Não dá para ser amigo de todos os países: democráticos e não democráticos, adverte a publicação”.
Quem são os DEMOCRATICOS, seria Arábia Saudita, por exemplo, com uma monarquia absolutista, mas que é aliada dos EUA, ou ainda o Egito de HOSNI MUBARAK, segundo a Wikipédia: “um militar egípcio, presidente do seu país desde 14 de outubro de 1981, é considerado como um dos mais poderosos chefes de estado do Oriente Médio. Tem amplo controle sobre o Egito, sendo globalmente considerado como um DITADOR”, mas é aliado dos EUA, como foram: SOMOZA na Nicarágua, ou MARCOS nas filipinas, e muitos outros.
Quem são os NÃO DEMOCRATICOS, seriam a Venezuela, a Bolívia, o Equador, a Nicarágua, com seus governos eleitos ou reeleitos, AH! ME ESQUECI, reeleição só é uma coisa boa nos casos de FHC, MENEM, FUJIMORE, ou ainda o sonho de URIBE, todos reacionários e neoliberais, A SERVIÇO E A SOLDO DOS EUA.
A política externa brasileira é uma vergonha histórica, embora conte com o beneplácito de boa parte do jornalismo, que caiu na conversa do protagonismo brasileiro, como se isso fosse obra do Itamaraty. Não faltará energúmeno lambe-botas para dizer que a derrota só aconteceu porque estão com medo de nós. É a nossa forma de brilhar no mundo. No subcontinente, os companheiros sacaneiam o Brasil, e o país aceita porque acha que tem essa obrigação com os mais pobres. Quando a disputa, então, envolve interesses dos países ricos, a gente se dana de novo porque estariam tentando impedir a nossa ascensão. O jeito de o Brasil ser grande, como vêem, é sempre tomando na cabeça. Lula é mesmo “o cara”, e Celso Amorim é seu “carinha”.
Vivemos ao contrario que fala o governo e o que propaga o ministro Celso Amorim,. o Brasil só tem passado vergonha no cenario internacional vou listar aqui alguns casos:
NOME PARA A OMC
- Amorim tentou emplacar Luís Felipe de Seixas Corrêa na Organização Mundial do Comércio em 2005. Perdeu. Sabem qual foi o único país latino-americano que votou no Brasil? O Panamá!!!
NOME PARA O BID
- Também em 2005, o Brasil tentou emplacar João Sayad na presidência do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Deu errado outra vez. Dos nove membros, só quatro votaram no Brasil — do Mercosul, apenas um: a Argentina.
ONU
- O Brasil tenta, como obsessão, a ampliação (e uma vaga permanente) do Conselho de Segurança da ONU. Quem não quer? Parte da resistência ativa à pretensão está justamente no continente: México, Argentina e, por motivos óbvios e justificados, a Colômbia.
DITADURAS ÁRABES
- Sob o reinado dos trapalhões do Itamaraty, Lula fez um périplo pelas ditaduras árabes do Oriente Médio. O Babalorixá deixou de visitar a única democracia da região: Israel.
CÚPULA DE ANÕES
- Em maio de 2005, no extremo da ridicularia, o Brasil realizou a cúpula América do Sul-Países Árabes. Era Lula estreando como rival de George W. Bush, se é que vocês me entendem. Falando a um bando de ditadores, alguns deles financiadores do terrorismo, o Apedeuta celebrou o exercício de democracia e de tolerância…
ISRAEL E SUDÃO
- A política externa brasileira tem sido de um ridículo sem fim. Em 2006, país votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, mas, no ano anterior, negara-se a condenar o governo do Sudão por proteger uma milícia genocida, que praticou os massacres de Darfur. Por que o Brasil quer tanto uma vaga no Conselho de Segurança da ONU? Que senso tão atilado de justiça exibe para fazer tal pleito?
FARC
O Brasil, na prática, declara a sua neutralidade na luta entre o governo constitucional da Colômbia e os terroristas da Farc. Já escrevi muito a respeito do assunto.
RODADA DOHA
O Itamaraty fez o Brasil apostar tudo na Rodada Doha, que foi para o vinagre. Quando viu tudo desmoronar, Amorim não teve dúvida: atacou os Estados Unidos
A revista quer que o Lula tome partido, mas o partido defendido pelos seus editores.
Essa revista é a nata da nata do neoliberalismo. Ela precisa pegar a sua turma e juntar os cacos. Não se entrometer na casa dos outros.
É o PIG internacional fazendo pose de viúva do FHC. Afinal o “espólio” Brasil não foi todo entregue e entre os bens consta o “sim sinhô”.
E o 3º mandato do Uribe (que ele quer)?? os EUA abrem a boca para falar dessa questão que vai contra os princípios democráticos??
Vocês poderiam responder-me quantas ditaduras USA, Inglaterra e França sustentam? Eu sei que não são poucas.
É estranho um conselho deste, partindo de quem supostamente foi ultrapassado para quem está vencendo a corrida.
Mas mas nós já vimo e ouvimos um pugilista, com dois campeonatos mundiais dizer que o outro, com três campeonatos, lutava de forma errada, baixava muito a defesa.
São os dois, na verdade, grandes campeôes e grandes brasileiros, dos que elevaram o nome do nosso país.
Quanto ao Reino Unido, orgulho deles, ingleses, não precisamos seguir seus conselhos, que continue com sua política de conquistas à base da força.
O futuro dirá se estão corretos ou terão de pedir perdão às vìtimas de sua política.
Prá mim,
essas coisas difíceis
quem decide é Lula.
Não é o The Economist.
Nem a Rainha.
By, by, Zé Pedágio!
Enqto eles sustentam a realeza,e apludem , não tem como ensinar o caminho das pedras pro Lula, esqueceram os britanicos que Lula sabe de cor,pois teve que tirar as pedras para caminhar.
São os verdadeiros piratas da economia do mundial.
Um brás
Perdão, a fonte é– Confronto de Fundamentalismos, de Tariq Ali, Record editora .
Este jornal quer pautar a agenda do Estado brasileiro . Eles defenderam todos os golpes militares na América Latina e, outras partes do mundo .
Eis o DNA desta turminha , numa resposta dada por CHURCHILL na Comissão de Inquérito Peel em 1937 . “”"Eu não concordo com que o cão que está na manjedoura tenha o direito final a manjedoura, mesmo que ele esteja deitado lá há um tempo muito longo. Não admito esse direito . Não admito, por exemplo, que um grande mal tenha sido feito aos Peles Vermelhas da América, ou ao povo negro da Austrália . Não admito que tenha sido feito um mal a esses povos pelo fato de que uma raça mais forte, uma raça de nível mais alto, uma raça que conhece melhor o mundo, para colocar desse modo, tenha vindo e ocupado seu lugar “”. No auge da ofensiva colonianista contra os palestinos, eis os termos do “lider” inglês .
Entendo isso como o reconhecimento da importância do Brasil no cenário mundial hoje. O jornal é explicito ao dizer que sem o Brasil, as discussões de interesse internacional não fazem sentido. Quanto a “seletividade”, é o obvio, mas jamais o fazer do modo como muitos pernósticos preconizam.
by, by, serra!
Este é o padrão lula de ser la fora. O PiG o PUM e o PQPM, no Brasil é a mídia de baixo nível que cada dia que passa perde espaço e a concorrente: Ética, séria
e em nome de Jesus ela cresce cada dia mais muito mais. Amém. Não sou seguidor mas respeito e o admiro.
Um maniqueísmo primário vindo de um país pretensamente evoluído.
O Ronaldo que abra o olho, logo o Lula pega a vaga dele.
A História Secreta da Rede Globo
http://baixandonafaixa.blogspot.com/2009/08/historia-secreta-da-rede-globo.html
o lula o homem nao e fraco nao.
Ora, Ora, desde 2002 que o país deixou de ser capacho. A fase PSDB acabou, agora é a fase Brasil. O Brasil deve sempre ficar do lado do Brasil. Não tenho nenhuma dúvida que o Lula jamais falará mal do Brasil lá fora, como faz o picareta do FHC.
A bola dividida não é com qualquer um, tem nome e endereço, Barak Obama, Casa Branca. Os assuntos são as bases estadunidenses na Colômbia e a IV Frota. O império perdeu a hegemonia mas não o poder militar e está arreganhando os dentes para o pré-sal e a confusão que os governos de esquerda estão causando na América do Sul, se espalhando pela América Central e contrariando poderosos interesses de suprimento de energia, com a China colada nos calcanhares.
Como um jornal de um pais que ainda tem reis e rainhas tem a petulância
de tentar agendar a nossa política externa?
Aquela minoria vai sentir muita vergonha do Brasil!!!!! KKKKK
PHA, foi mal esa hein? A revista foi mal. Falou bem do presidente mas esta querendo mandar no nosso presidente de novo? É bom os britanicos ficarem sabendo que apesar da pobreza há muitos brasileiros orgulhosos de o serem. Eu, e varios outros, nos orgulhamos de sermos pobres mas não sermos decendentes de nunhum politico e de nenhum Inglês usurpador.
Paulo,
Não bastasse o Pig nacional, agora o Lula terá que aguentar também o PIG internacional. Por que esse jornaleco não vai dar palpite no país dele? Garanto que sobre os golpistas de Honduras, não escreveram nenhuma linha. Isso é preocupar-se com democracia? Eles só se preocupam com seus interesses e deveriam deixar o presidente Lula preocupar-se com os interesses do Brasil.
Ô, PHA, só faltou o ‘Bye-Bye, Serra 2010!”. É tão simpática a frase… e você, às vezes, a esquece. Mas, sem problemas: seus guerreiros estão aqui prá lembrar.
Saudações a vc e, como não posso deixar de colocar sempre aqui, meus parabéns pelo excelente trabalho jornalístico!
Opinião da Economist. Respeitavel.
Mas não somos (ou o Lula não é) obrigados a seguir essa opinião, nem comungar com a noção da revista sobre quem deve ser nosso (ou do Lula) amigo.
Ai, é decisão nossa (ou do Lula).
Ciao Chirico!
Lá vem a ganância dos gringos anglofônicos… preparem-se.
gostei da foto
veja esse comentario a respeito
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=113592&id_secao=1
14 de Agosto de 2009 – 1h17
The Economist chia em editorial: “De que lado está o Brasil?”
Isto tudo tem sido um duro golpe para a oposição e para o PIG (principalmente globo, falha de São Paulo, estadão, veja e afins). Como se não bastasse o lucro do Banco do Brasil, que FHC queria também privatizar, ainda vão ter que dormir este fim de semana com a frase do Obama, que ainda repercute lá fora, “He’s my man”, ecoando em suas cabeças.
Esta noticia caiu como uma bomba no ouvido do Farol de Alexandria.
Em um de seus livros Carl Sagan relatou que, quando estava montando um telescópio nos EUA, pediram ajuda para um carroceiro, que com seus burros levava equipamentos para onde seria montado o telescópio. Com o passar do tempo perceberam que este mesmo carroceiro, apesar de não entender nada de equações diferencias, integrais e astronomia era dono de uma inteligência impar, além de ótimo observador. Ofereceram-lhe um emprego de observador nos telescópio e com pouco tempo ele dominava a arte de observar. Na capa do livro, existe uma dedicação a este carroceiro, que apesar de nenhum conhecimento cientifico foi autor de inúmeras descobertas e prestou um enorme serviço a ciência.
O Brasil não é e não vai ser discricionário com relação a qualquer nação,
tenha ela o regime que tiver, A forma de reger um país é problema interno
de cada um e seu povo.” The economist”prestaria melhor serfviço a huma-
-nidade se analizasse, o quanto a inglaterra fez pelos paises que ocupou
a todo título desde colônias a , protetorados etc.Da China ao oriente médio ao
sair deixou um rastro de miséria e corrupção, que cada um luta como pode
até hoje, para se livrar.Mesma coisa para a USA de quem é satélite e de-
-pendente.A sua história e causos para enganar trouxas, deve ser escrita a
seu modo, para seu próprio povo, escravo de suas idéias econômicas de-
-sumanas,as quais a USA usurpou e, propagou para mentes doentias,
que ao aplicar suas teorias geraram o “terceiro mundo” oligarquico, cujos
provedores(trabalhadore) são os mais sofrem sob o tacão de um capitalis-
-mo sem ética e sem moral.Ao querer dar opinião sobre questões políticas,
fiquem frente a um espelho e confessem; ao final talvez se matem!!!
Lula é um estadista. Tem uma visão da humanidade, superior ao seu tacan-
-ho senso de moral. Não precisa de seus conselhos!.
Ah, só pra completar: depois desta, By Bye Serra 2010!!!!
Whose side is Brazil on? Yes, nós estamos do lado da democracia, do povo, da América Latina para os latinoamericanos, sem yanquees com seus tanques em nossos quintais! Somente uma revista de um país cuja ideologia está em frangalhos, e ainda por cima mantém um regime monárquico (!), poderia ter tanto medo do Lula e do Brasil!
Lula é, de longe, o melhor presidente que este país já teve. A grande maioria da população tem plena noção disso e o mundo inteiro concorda, o que torna ainda mais suspeita e revoltante a atitude golpista do PIG (Folha, Globo, Estado e Abril).
bão mesmo era fhc
que chegava nos estrangeiro com o pires
e as calça na mão.
qual fhc?
aquele da triste memória da privataria,
aquele do “esqueçam o que eu escrevi.
e do ” não ouçam o que eu falo.
mentor do chirico,
pai do gilmar,
aquele que arrumou um empreguinho para a filha no gabinete do sapo boi,
aquele que se aposentou aos trinta e oito 38 anos e chamou os aposentados de 50 anos de vagabundos,
em suma o melhor presidente que o brasil já teve.
tenha a santa paciência………………………
Eu achei engraçado que a revista cobra da política externa do Brasil que escolha um lado, mas os EUA são conhecidos por apoiar apenas democracias?
Paulo Henrique,
E enquanto isso, aqui, na terra Brasilis, temos que aturar as picuinhas praticadas por ex-petistas, que quando são defenestrados de algum cargo público importante, viram ferrenhos inimigosdo Presidente Lula. Os casos mais notórios ocorreram com a dona Heloísa Helena, com o Cristóvam Buarque e agora temos a defecção (não confundir com defecação) da dona Marina Silva, que, dizem estar sendo convidada para ser a vice do Serra. Vai ser muito interessante que tenhamos a oportunidade de acompanhar a uma chapa composta por Marina, a protetora da natureza, com o moto-Serra.
Quem são os não democráticos cara pálida? Venezuela? Cuba? Irã? Bolívia? Equador? Esse argumento do lado de lá cheira a mofo.
Agora é que Fhc/Serra???????????????????????????????????????????.
O Lula é inteligente o suficiente para saber o que fazer no plano internacional. Apesar de ser considerado burro, analfabeto, sem cultura e ignorante pelo PIG.
Mas, ao contrário, sempre teve grande intuição política e inteligência para governar o País, a despeito das tentativas de desestabilização e golpe, além de sua diplomocia ter aumentado demais a importância e a influência do Brasil na ordem mundial.
Para desesperado do FHC e da grande (no sentido de dominação, claro) mídia brasileira.
Dilma 2010 e Lula 2014.
Será que o ex-torneiro mecâmico e ex-sindicalista, como diz o texto, está esperando o momente certo? Ou será que está esperando o país sair totalmente da crise e passar a bola para a Dilma?
Paulo. A vice da Marina Silva tem que ser a Mulher Samambaia. Tem tudo a ver. Abs
Esses gringos não são mole.
Basta o Brasil pôr a cabeça pra fora d’água e lá vêm eles querendo impor limites e regras.
Os EUA são aliados de Deus ou do diabo, dependendo da conveniência política e ninguém fala nada. Já apoiaram ditaduras ferozes, e ninguém dizia nada.
Agora vem a The Economist querendo que o Brasil vire as costas para Cuba. Daqui a pouco vai ser a Venezuela.
Eis a cuia que querem meter entre o Brasil e seus aliados. E a dicotomia agora não é mais entre comunismo e capitalismo. É entre não-democratas e democratas.
Chega a cansar isso.
Complicado os chamados países ricos dar conselhos sobre negociações para Lula, já que sempre foram a parte forte do mercado e, os outros países como o nosso, só podiam no muito chiar, para logo depois ceder.
Até antes desta crise, negociar com americano é a famosa sociedade do “CARACU”, os países ricos entravam com a cara e o país do terceiro mundo entra com o restante.
Lula, até então, tem se revelado no que sempre foi forte, NEGOCIAÇÃO, afinal tem anos de treinamento e experiência como presidente do sindicado negociando com os mega-empresários no ABC-paulista. Não será surprêsa para ninguém os conselherios de plantão descobrirem que tem alguém num país de terceiro mundo com o DOM de conseguir alguma forma de negociação com todos. Seí que será complicado eles engolirem isto.
A revista Economist disse tudo que deveria dizer. Quando levou a muitos a historia de Lula, de metalúrgico a presidente da republica, sendo respeitado pelo demais lideres mundiais.
Ontem pegávamos dólares com o FMI (primeira sigla que aprendi o significado dela em minha vida), diga-se de passagem, eram muitos milhões; hoje quem pega os milhões são eles.
Porem o PIG não quer, não pode e não vai mostrar ao povo brasileiro isso.
Enquete PHA:
Com inveja de LULA como será o suicídio de FHC:
() Emforcado num pé de couve;
() Com uma faca de rocambole cravada do peito;
() Afogado no rio Tietê;
() Atropelado na Marginal em Obras;
() Numa Cratera de Metrô;
() Nenhuma das anteriores, ele morreu em 2002.
Obrigado pelos elogios PT saudaçõs, mas como agir no cenário internacional o “cara” sabe muito bem.
Fico imaginando como fica por dentro o Farol, quando vê que o Lula é bem quisto no mundo inteiro, assim não dá, assim não pode ser.
Se tem gente que paga U$50,000.00 por uma palestra do FHC, que é um Zé ninguém, imaginem quanto custará uma do Lula, que é o cara, depois que deixar a presidência em 2010. Vai ter show ao vivo do U2 no intervalo pro cafezinho.
Good Guy, bad friends!!!
Olá PHA! Tudo bem? Bravo prá você! Bravo para nós internautas frequentadores deste magnífico CAf e viva o Brasil e o melhor presidente que o Brasil já teve! Como se diz por aí… “viva nóis”!
PHA, sem comentárioas:
http://diariogauche.blogspot.com/
Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Globo se retira da Confecom
Rede da família Marinho quer melar e deslegitimar a Conferência
As principais entidades representativas das empresas de mídia no Brasil anunciaram o seu desligamento da organização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). A informação é da Folha de hoje.
Agora, o encontro será composto majoritariamente pelo governo e por organizações de trabalhadores e ONGs da área.
O objetivo inicial foi convidar empresas de mídia e entidades da sociedade civil interessadas em discutir o modelo de comunicação.
O evento será realizado em Brasília de 1º a 3 de dezembro.
Nas últimas semanas, houve divergência sobre como seria o processo decisório de aprovação de teses e propostas. Essas deliberações não teriam poder de alterar o ambiente de comunicação, mas seriam enviadas ao governo e ao Congresso.
As entidades das empresas consideraram que poderiam ficar em minoria e sem poder para derrotar teses que consideraram restritivas à liberdade de expressão e de livre associação empresarial. Um dos temas centrais é o chamado “controle público dos meios de comunicação”. A ideia tem na sua origem a defesa de algum organismo que regule a mídia.
A TV Globo liderou o movimento pela saída das entidades. As TVs seriam um dos alvos dos movimentos sociais no encontro, com críticas a tamanho e abrangência de emissoras.
A decisão dos empresários não foi consensual. Das 8 entidades convidadas, 6 deixaram a Confecom: ANJ (Associação Nacional de Jornais), Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão), Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas), Adjori (Associação dos Jornais do Interior), Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet) e Abta (Associação Brasileira de TV por Assinatura). Ficaram a Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações) e a Abra (Associação Brasileira de Radiodifusão), que tem como sócios principais TV Bandeirantes e Rede TV!.
Essa coisa de precisar que Lula escolha “um lado” é muito Bush, muito caubói que combate em nome da liberdade, etc…
O lado do Lula é o conciliador, isso que está fazendo dele um grande líder mundial, a capacidade de dialogar com os opostos. Condenar os outros países fica para outros líderes, ele trabalha em outra frente, que é o meio.
Não dá para ser amigo de todos os países: democráticos e não democráticos, adverte a publicação:
Latin America’s new alliances
eu acho q dá… ^^
Enquanto o país não tiver seu poder militar, ele deve evitar de sair de cima do muro!
Vejam este artigo que esta saindo hoje em vários blogs e jornais The Economist chia em editorial: “De que lado está o Brasil?”
Ora meus amigos! Vejam se isto não é um sinal de que ainda somos, ou a mídia é, colônia? Qual país independente traria esta manchete na primeira pagina, como primeiro item? Respondo: No Brasil. Só no Brasil acontece isto. Por que? Porque nos sentimos ainda como colonos, somos um país livre fisicamente, mas colônia nas nossas mentes. Não somos capazes de fazer um jornal independente, sempre temos que correr atrás de notícias dos países colonizadores, até quando estaremos presos psiquicamente aos nossos algozes colonizadores? Isto é um absurdo, os brasileiros estão entre as dez maiores economias do mundo e se sentem como se fosse Moçambique? É inacreditável tamanha submissão.Temos uma industria fortíssima, um comércio pujante, um mercado de quase 200 milhões de pessoas, tecnologia espacial e aeronáutica, naval, médica, farmacêutica, química entre outras tantas, além de sermos um país de dimensões continentais, uma costa marítima vastíssima, a maior floresta do mundo, uma das maiores faunas do mundo, uma das maiores reservas biológicas do mundo, uma das maiores reservas de água do mundo, uma das mais ricas e imensas reservas minerais do mundo, pelo amor de Deus porque nos sentimos colônia? Só existe uma resposta. É porque durante décadas nossos meios de comunicação despejaram centenas de milhares de programação estadunidense e européia nas nossas mentes. Fomos mentalmente colonizados. Um especialista do governo americano já disse isto, que jamais a Rússia iria conseguir reverter isso. Ele tem razão?